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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

LEITURA RECOMENDADA




Li esse livro em dois dias, ou melhor, duas noites. Não que isso seja incomum pra mim, mas o mérito é do livro que prende a atenção. Poderia se dizer que é só mais uma historinha de estudantes que se apaixonam na escola (que por si só, já tem seu brilho), não fosse a escola em Paris. (RS) É muito gostosinho de ler e dá uma vontade enorme de voltar pra lá... mas por enquanto me contento com a frase que li esses dias “Tudo que é seu encontrará uma maneira de chegar até você.”(Chico Xavier)



"Anna Oliphant não está nada entusiasmada com a ideia de se mudar para Paris, já que seu pai, um famoso escritor norte-americano, decidiu enviá-la para um colégio interno na Cidade Luz. Anna prefere ficar em Atlanta, onde tem um bom emprego, uma melhor amiga fiel e um namoro prestes a acontecer.Mas, ao chegar a Paris, Anna conhece Étienne St. Clair, um rapaz inteligente, charmoso e bonito. Só que Etiénne, além de tudo, tem uma namorada... Anna e Etiénne se aproximam e as coisas ficam mais complicadas. Será que um ano inteiro de desencontros em Paris terminará com o esperado beijo francês? Ou certas coisas simplesmente não estão destinadas a acontecer?"


Anna e o Beijo Francês - Stephanie Perkins


Divirtam-se com a viagem de Anna para a cidade do amor... é deliciosa!!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

E o homem?

Você já se perguntou quem é melhor: um vegetal ou um homem? Você já se perguntou isso? Pense bem quem é melhor: um vegetal ou um homem?



O que o vegetal faz de mal à Natureza? Nada. "É, mas o vegetal é omisso", poderá alguém dizer. Não. O vegetal fica parado e o homem anda. O homem tem braços, tem pernas, se movimenta. O vegetal fica parado, mas, mesmo ficando parado, o vegetal faz algo muito importante: ele dá flores, ele dá frutos para você. . . ele não é egoísta. O vegetal alimenta o animal.



E o homem? Alimenta quem?



E o animal? O animal só mata para comer. O animal só pisa quando precisa aprender, para comer ou por sua necessidade premente.



E o homem? O que o homem faz com as mãos? O homem tira para matar.



Quem é melhor: o vegetal, o animal ou o homem?


Mais uma vez, dentro de você, aparece o conceito de Mente. O que será que tem dentro deste aspecto chamado mental, que faz o homem, tal como é, na face da Terra? Tira, mata e não dá nada para ninguém. Todos dão: o vegetal alimenta e até o animal dá esterco para a terra. E o homem?


Celso Charuri - Pró-Vida

sábado, 21 de janeiro de 2012

DIVERTIDO, ROMÂNTICO E FILOSÓFICO!!




O MELHOR filme brasileiro que eu já vi e um dos melhores, entre estrangeiros também! Quem nunca imaginou como estaria hoje, se determinado acontecimento, divisor de águas na sua vida, não tivesse acontecido? É muito legal traçar essa linha imaginária! Talvez você descubra o que deveria estar fazendo hoje e ainda dê tempo!

O Wagner Moura é um ator que não deixa nada a dever para os melhores de hollywood! Me lembrou muito o Jhonny Depp!!! Mas acho que o Wagner é ainda melhor, porque não consigo imaginar o Depp fazendo o Capitão Nascimento! rs

Filme DEMAIS!! Recomendadíssimo!!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O mundo é grande demais para nascer e morrer no mesmo lugar!

Gente, vou postar um texto lindo e muito bem escrito que vi, de uma brasileira morando no exterior, em dúvida se volta para sua terra natal.
Acho que vale muito a reflexão sobre o que estamos fazendo de nossas vidas e especialmente de nosso país.
Eu nem morar fora morei, só algumas viagens esporádicas e já me senti como ela fala no texto... é muito triste, especialmente pra uma pessoa que sempre se considerou patriota... vale refletir!!


“Não vou enumerar aqui a quantidade de problemas, principalmente sociais, ambientais e econômicos que existem no Brasil, uma porque depois dessa série de posts não vale a pena repetir, outra, porque todo mundo está careca de saber que no nosso país falta segurança, falta educação e saúde pública, falta tolerância, falta tanta coisa e sobra outras mais, como desigualdades, exclusões, injustiças.


Não sei quando volto ao Brasil pelo simples fato de que não sei se quero voltar ao Brasil. Gosto muito da vida que levo na Espanha. A principal lição de vida que aprendi nestes 6 anos de Sevilha é que não é pobre o que menos tem, mas o que menos necessita. Aqui aprendi que não preciso de luxos para viver feliz, que com pouco dinheiro no bolso posso me divertir, ter uma vida cultural relativamente agitada e ainda viajar de vez em quando. Aprendi que a felicidade não se encontra em shopping e que autoestima não está diretamente relacionada com chapinha e unhas bem feitas. E não que no Brasil eu tivesse um padrão de vida alto ou fosse uma patricinha de carteirinha, mas depois de viver 6 anos em uma casa com móveis alugados, nossa percepção de vida muda muito.


Futilidades à parte, aqui aprendi que se trabalha para viver e não se vive para trabalhar. Isso significa realmente aproveitar a vida. A grande maioria do pessoal aqui do sul trabalha o justo e necessário para poder garantir um lazer a nível máximo, um happy hour no final do dia, uma escapada no final de semana e umas férias de verão de um mês. Horas extras, 60 horas de trabalho semanais, um final de semana em casa atolado de prazos esgotados? Não que isso não aconteça, mas é coisa rara. Conheço funcionários públicos que pedem redução de salário para poder ficar uma hora a mais com os filhos em casa.


Aprendi a deixar o carro na garagem (leia-se estacionado na rua) e usar o transporte público. Voltei a aprender a andar de bicicleta. De onde eu moro eu chego a qualquer parte da cidade em menos de 40 minutos de pedalada (e Sevilla não é uma cidade pequena, tem quase 800 mil habitantes fora a zona metropolitana). Não tem preço poder ir e vir respirando ar fresco (ok, nem sempre, afinal, estamos numa zona urbana) e de quebra fazer exercícios.


Aprendi a ser tolerante, a respeitar mais as diferenças, a descobrir a diversidade de raças, culturas, estilos de vida e pensamento muito diferentes dos nossos, brasileiros, muitas vezes machistas, egoístas e hipócritas (como também já foi citado nos posts dos meus colegas de Brasil com Z). Aprendi que viver no mesmo edifício que o motorista do caminhão de lixo e comer no mesmo restaurante da faxineira da piscina é uma coisa absolutamente normal. Aprendi a respeitar famílias com dois pais, duas mães e até duas mães e um pai, a não falar mal de uma mulher escabelada na padaria, a não ficar horrorizada com um «modelito» fora do «normal». Aprendi que o normal pode ser qualquer coisa, que cada pessoa é um mundo e que cada um de nós cuida do seu próprio mundo pessoal, sem precisar de aparências ou máscaras. E ao mesmo tempo aprendi que todos devemos cuidar do nosso mundo coletivo, que a força do ser em conjunto é muito importante e que, melhor de tudo, dá resultados.


Aprendi que as diferenças nem sempre geram integração, que podem causar desigualdades por estes lados também. Que imigrante é uma classe de pessoa que tem que correr atrás do prejuízo, que tem que lutar muito para conseguir se estabelecer e que, por questões que fogem as suas capacidades, nem sempre consegue o seu lugar ao sol. Aprendi que o ser humano, não importa a sua nacionalidade, está longe de ser perfeito, e apesar de tanta tolerância e igualdade por um lado, pode ser bastante preconceituoso e injusto por outro.


Então, quem em sã consciência depois de aprender tantas coisas e, acima de tudo, depois de viver tudo isso no seu cotidiano sente vontade de voltar a morar no Brasil? Quem, depois de aprender a cruzar uma rua pela faixa de segurança sem nem precisar olhar para os lados ou se acostumar a voltar para casa a pé às 3 da manhã, desfrutando do cheiro das flores de laranjeira e do silêncio da madrugada sem precisar olhar para trás, pensa um dia em regressar à sua pátria amada? Quem depois de dar risada (ou se irritar, no meu caso) com as crianças de uniforme do colégio jogando bola em plena praça central, de se habituar a pegar a sua bicicleta e fazer um piquenique no parque público ou de ver uma roda de velhinhos e velhinhas tomando cerveja (sem álcool) felizes e cheirosos no mesmo bar que a garotada de 20 anos pode cogitar a hipótese de não viver mais essas coisas, aparentemente tão banais, mas que no Brasil há muito tempo não existe?


Claro, nem tudo são rosas… Não sou casada com espanhol, não tenho meu diploma de arquiteta homologado para assinar projetos na Espanha (se bem que na atual situação econômica, «projetos» é coisa rara por aqui), vivo com um visto de estudante que não me dá direito à nacionalidade, não tenho direito à saúde pública (apenas atendimento de emergência) e pelo menos nos próximos anos não vejo nenhum futuro profissional na minha área (nem eu, nem 20% da população ativa do país, nem a maioria absoluta dos jovens recém-formados). Não tenho filhos espanhóis e em teoria, nada me prende aqui. Mais cedo ou mais tarde (cada vez mais é mais cedo, já que estou no segundo ano do doutorado) vou ter que tomar a fatídica decisão: volto ou não volto ao Brasil? Qualidade de vida ou um bom trabalho (ou um trabalho qualquer)?


Meu consolo é que este mundo é enorme, como já dizia o poeta, «grande demais para nascer e morrer no mesmo lugar». Confesso que não sei se tenho o mesmo ânimo para recomeçar tudo de novo em um país novo, mas quem disse que se eu voltasse ao Brasil eu não teria que recomeçar do zero? E entre recomeçar com qualidade de vida e recomeçar rodeada de violência, desigualdades e injustiças, só fico na dúvida porque neste último caso também estaria rodeada de muito amor, amigos e família (únicos motivos reais que me fazem pensar em voltar a viver no Brasil).



Enfim, todo mundo deveria ter a oportunidade de sair da sua bolha, ver o mundo com outros olhos, aprender novos valores e, quem sabe, voltar e conseguir lutar por um lugar melhor. O Brasil é um país com duas caras, lindo e horrível ao mesmo tempo. Sei que sou uma privilegiada por estar onde estou e que muita gente se tivesse condições já estava com as malas prontas e a passagem comprada para se mandar… e a gente aqui falando em voltar. Adoraria poder voltar e tentar fazer do meu Brasil um lugar melhor para se viver, mas ao mesmo tempo me sinto muito ingênua em pensar que isso poderia ser possível.


Queria viver entre os «meus», mas a cada dia que passa me sinto menos parte dos que ficaram. Já não penso em altos salários, altos cargos, muito dinheiro para ser feliz. Embora muita gente siga pensando ao contrário, dinheiro não é e nem nunca foi garantia de felicidade. Felicidade para mim é isso, poder levar a vida sem pausa, mas sem pressa, sem paradeiro se eu assim quiser. Posso não estar com os bolsos cheios, mas percebi que não necessito nada disso para ter uma vida confortável, alegre e divertida.


Tive que cruzar o oceano para perceber isso? Pode ser que sim, e continuo aproveitando esta grande oportunidade de fazer parte de outro mundo, que apesar de todos os seus problemas, consegue ser mais justo e respeitoso que o mundo onde nasci.”


http://www.coisaparecida.com/2011/07/por-que-e-tao-dificil-ter-vontade-de-voltar-a-viver-no-brasil/

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

AMOREE



Meu ROMANCE comemorando MIL VISITAS!!!


Na minha, ainda pequena, carreira de escritora, tive a oportunidade de sentir o que é publicar um livro através de editora e de forma independente.


Publicar pela editora garante a visibilidade que o livro precisa para vender. Especialmente em um país em que a leitura é tão menosprezada, se o seu livrinho não estiver exposto logo na entrada da livraria, poucas pessoas realmente interessadas se prestarão a fuçar o local em busca dele. Os convites para televisão e rádio também só acontecem quando existe o respaldo de uma boa editora.


O problema talvez seja o ínfimo repasse de direitos autorais. Acho que a maioria das pessoas não sabe, mas viver de escrever no Brasil é impossível, pois autor ganha 8% sobre o valor da capa do livro vendido. É esse o retorno financeiro.


Na verdade quem escreve, faz por amor e busca acima de tudo o retorno emocional e esse, indiscutivelmente vem! O carinho dos leitores, dizendo o quanto sua obra os ajudou ou então o quanto gostaram de seu personagem e da história. Isso definitivamente não tem preço para o autor que ama escrever.



Publicar de forma independente é uma saga! rs Se você ainda não é conhecido como escritor, pior ainda... possivelmente só seus amigos tomarão conhecimento do livro e olhe lá... Mas, caso você consiga uma certa visibilidade para seu "filhinho", os direito autorais são incrivelmente maiores do que pela editora. A questão é que o número de vendas é incrivelmente menor. rs



De qualquer forma, acho que o importante é continuar escrevendo e fazendo o que se gosta! A sensação de ver um livro pronto é única e deliciosa!!!




Para quem AINDA não leu meu primeiro romance, publicado de forma independente, aqui vai o link já com mil visitas! www.clubedeautores.com.br/book/26881--Adoravel_imperfeicao




Aproveitem que o ebook está só 16 reais !!! rs






Parabéns para meu segundo bebê por andar com as próprias pernas, ainda que cambaleando! rs

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Objetivos na Vida

Ao atingirmos um objetivo, sempre queremos atingir outro, e assim é o processo Vida. Nela, ou você atinge o alvo final, ou você começa outro processo. A Vida é o conjunto de processos, experiências, para se atingir os alvos.


Você aprende até o último instante. Cada vez que você aprende, você cria ilusão para aprender mais. Nunca se pára de aprender. Com isso você ganha amor à Vida.


Se isto é uma verdade para você, você não pode parar. A felicidade está em cada alvo que você alcança e nos processos que você percorre para alcançar o alvo. Para haver felicidade, é preciso ter objetivo. Se você não tem objetivo, você se queixa e se degenera. Cai na futilidade.


(...) O mecanismo filosófico do progresso são os objetivos em processos consecutivos. Quando você começar a se deprimir, arranje um objetivo. De repente, você esbarrará com o grande Objetivo. Ingressará em um mundo novo!



Celso Charuri - Pró-Vida

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

SOBRE O TRABALHO...

(...) Quando você está parado, não está trabalhando, você está descontente, você fica triste, porque está retardando a chegada ao ponto que você mais quer.


(...) O trabalho é tudo. É tudo no relativo e é tudo no Absoluto. Eu diria: trabalho é a vida relativa de cada um e é a vida absoluta de todos e do Todo. Sabe por quê? Porque é energia. E energia é movimento. O Universo é movimento. E quem faz o movimento é o trabalho.


Você quer ser sempre feliz e alegre? Objetive. Dê objetivo ao seu trabalho. Objetive o seu trabalho: tudo o que você fizer, faça pensando em construir o seu objetivo, que é a Felicidade.


Ora, mas a Felicidade não pode ser conseguida só ao nível individual, porque se você constrói só para você a felicidade, ficando no meio de gente infeliz, eles o sufocam. (...) Acabam com a sua felicidade. Só tem um jeito: eliminar o que é mal. Para eliminar o que de ruim está fora, você tem que construir fora alguma coisa boa. Então, conseguir a felicidade ao nível individual é conseguir a felicidade ao nível coletivo. Em outras palavras, é construir um Mundo Bem Melhor. Portanto, em cada trabalho, em qualquer dos setores, direcione a energia do trabalho para construir um Mundo Bem Melhor. (...) Em cada pedacinho.


Não seja egoísta. Faça para o outro o melhor, e o outro vai ficar tão satisfeito, que dois, quatro, seis, oito, dez, cem, cem mil, um milhão, milhões, o mundo inteiro vai compartilhar da construção de um Mundo Bem Melhor - partindo de cada um. E isto é o ponto da Felicidade.


(...) E aí, direcionado o trabalho e a sua energia para o ponto do objetivo - a Felicidade encontrada não pelo egoísmo, mas pelo altruísmo -, você passa a trabalhar em cada ponto, sempre fazendo uma dedicatória ao Mundo Bem Melhor. (...) E pode ter certeza que você será, então, abençoado, e terá todas as graças que alguém pode conseguir no Plano em que nós vivemos.


Celso Charuri - Pró-Vida