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sábado, 7 de setembro de 2013

Christian Gray

Para quem ainda não sabe, esse será o famoso machista espancador (digo, sádico) de 50 tons de cinza no cinema... Falo com essa displicência porque o livro (ou melhor, toda a trilogia) não passa disso- sexo sadomasoquista, sem história, sem nada mais... se o filme seguir no mesmo caminho será um "pornô autorizado para menores", já que provavelmente tentará abocanhar as órfãs de Crepúsculo...

Ahh, falando em Crepúsculo, o próximo post é sobre "16 Luas" que me surpreendeu de forma boa!!!

 CHARLIE HUNNAM

domingo, 4 de agosto de 2013

Esterilidade Transitória


Conhecimento é poder. Definitivamente, em diversos aspectos. Conhecimento permite ao indivíduo conseguir um emprego bom e assim, ter condições (financeiras, sim!) de viver melhor. Dinheiro faz diferença. Passeios à vontade, cultura, comida boa, plano de saúde... Conhecimento ainda permite controlar problemas emocionais, saber lidar melhor com o próprio cérebro e corpo... Mas, além do indivíduo, o conhecimento permite a cura de doenças, a criação de tecnologia para locomoção, abrigo, conforto, enfim, as facilidades da vida moderna. Infelizmente, o conhecimento é limitado no tempo.

Na prática, o poder do conhecimento permite uma vida melhor para quem o tem, entretanto, às vezes me pego filosofando: “Será que sou mais feliz do que o homem médio, sem plano de saúde, com um monte de filhos pra criar (como são férteis!) e sem a mínima ideia do que seja multiversos??” 

A felicidade é subjetiva e bastante individual, eu sei... E é verdade que a pessoa geralmente não sente falta do que nunca teve... então, as minhas facilidades podem não ser um aspecto importante para muitos e o fato de que conheço a teoria das cordas não faz a mínima diferença... Conhecimento é poder sim, mas só se continuar expandindo... existe um ponto de inutilidade, cujas informações servirão apenas para conexões futuras e essa fase estéril de simples reunião de informações pode ser frustrante...

domingo, 7 de julho de 2013

Sobre a menoridade penal

Escrevi esse artigo há alguns anos, mas continua atual.

Observação:  onde lê-se "FEBEM", hoje deve-se ler "fundação casa".


A população comovida vai às ruas, pedindo a diminuição da menoridade penal, representantes de grupos religiosos pedem a pena capital, ainda que sua posição ante ela fosse sempre absolutamente contrária. Nunca se viu tantos crimes praticados por adolescentes... ou será que nunca se noticiou tanto esses crimes? A força da “mídia” é conhecida por todos, mas raramente conseguimos perceber quando estamos sob a sua influência. É fácil criticar e apontar o lado nocivo da televisão, dos jornais, que possuem o poder de (de)formar opiniões, mas difícil é perceber quando nós, supostamente críticos, estamos sendo sugados por essa lavagem psicológica.
Pudemos presenciar nos últimos dias, como conseqüência do famigerado assassinato do casal de namorados, a aberração de certos juristas, pessoas teoricamente esclarecidas, defendendo a diminuição da menoridade penal, defendendo a punição de adolescentes infratores como maiores imputáveis. Há pouco tive o desprazer de saber que um advogado foi à televisão conceder uma entrevista para esclarecer a impossibilidade de aplicação da pena de morte no Brasil, pois sua proibição se encontra em cláusula pétrea da Constituição. O simples fato de juristas cogitarem a idéia de se estabelecer a pena de morte, induzidos pelo clamor social do assassinato tão explorado pelas TVs, já deveria causar um certo alarde naqueles que ainda mantém o seu juízo perfeito.
Indagações acerca da validade da pena de morte e da diminuição da menoridade penal sempre foram levantadas, mas nunca se chegou à sua aceitação, justamente porque ponderações foram feitas, o problema já cansou de ser discutido e nada, até o momento, levou à conclusão de que tais mudanças trariam reais benefícios à sociedade.
Não é um acontecimento, embora trágico, mas propositadamente super explorado, que deve nos levar a concluir por uma solução desse tipo. Os juristas, em especial, não podem se permitir tamanha indução, a ponto de corroborarem com as apelações insensatas da população que, evidentemente, se encontra absorta demais em lágrimas para raciocinar com a lógica necessária.
As mudanças legislativas devem ser feitas usando-se da razão e não da emoção, embora a emoção seja o seu impulso primeiro.
A solução para a “impunidade” dos adolescentes que cometem crimes bárbaros, diversos homicídios e ainda assim, saem livres quando completam 21 anos está escancarada à toda evidência, mas os juristas, como a população em geral, estão cegos e inclinados à solução mais banal e inútil que se encontra: a diminuição da idade penal.
A injustiça existe sim, um adolescente que comete diversos crimes (hipocritamente chamados atos infracionais, pois adolescente não comete crime na nossa legislação) não podem permanecer internados na FEBEM por

mais de 3 anos e, ainda que peguem os 3 anos permitidos, se forem recolhidos aos 20 anos, por exemplo, só ficarão 1 ano internados, pois com 21 anos, também não podem mais permanecer no local. A proteção concedida ao adolescente infrator chega a ser repulsiva em casos como do assassino do casal de namorados. Chega a ser enojante quando se escuta de um desses assassinos a frase “eu sou ‘de’ menor, posso te matar que não acontece nada”, e mais revoltante ainda é perceber que eles têm razão, não acontece nada, o máximo que pode acontecer é ficarem 3 anos recolhidos em alguma unidade da FEBEM e ao completarem 21 anos, voltarem às ruas.
Infelizmente a injustiça existe sim e é patente, mas a razão não pode ser dominada pela emoção e, acima de tudo, não pode ceder à solução mais rápida e fácil para o problema, amenizando a revolta momentânea, mas não repercutindo em nada para uma melhora do quadro social encontrado.
Mudar o código penal, diminuindo a idade em que um adolescente pode ser condenado à prisão, como um adulto, não é difícil... mas também não resolve o problema. Mandar um adolescente para a FEBEM é medida de último caso, como a própria lei determina, justamente porque todos sabemos as más influências a que está sujeito lá dentro; mandar um adolescente para a cadeia é colaborar com o aumento dessa influência negativa que fatalmente lhe atingirá. Se a FEBEM já constitui escola do crime para alguns adolescentes, a cadeia será a graduação. Diminuir a idade com que o adolescente pode ser preso é aumentar as chances de criarmos adultos especializados no crime.
A solução não é tratar o adolescente como adulto, mas considerarmos a sua condição de pessoa em desenvolvimento, sem, contudo, amenizar a punição por seus atos, como se vem fazendo, através do Estatuto da Criança e do Adolescente. O ECA é o foco em que deveriam ser centralizadas as mudanças e não o código penal. O adolescente que comete ato infracional deveria ser condenado a quantos anos fossem necessários para sua recuperação e punição (objetivos da pena), o limite de 3 anos deveria ser abolido, pois aí sim reside a maior injustiça da legislação brasileira e a verdadeira impunidade. O infrator brutal, frio, calculista deve ser punido com o braço forte da justiça, mas sem deixar de ser tratado como menor. A evidente solução seria mantê-lo internado na FEBEM até que complete 21 anos de idade, sendo transferido, então, para uma cadeia pública, onde possa terminar de cumprir a pena imposta. Desse modo, sua condição de pessoa em desenvolvimento não seria ignorada, pois receberia o tratamento “especial” enquanto menor, com o Estado zelando pelo seu aperfeiçoamento intelectual, fornecendo trabalho nas unidades, cursos profissionalizantes, tudo exatamente como manda a lei (digo isto com pesar, pois todos sabemos como a realidade se distancia da ficção legislativa) e, após atingir a idade adulta, seria tratado como tal, sendo transferido para a prisão.
Agindo dessa forma, estaríamos mantendo os princípios consagrados na nossa legislação, do respeito à condição especial do adolescente, mas deixando de beneficiar criaturas como o assassino de que tanto se tem falado, permitindo que esse indivíduo permaneça internado por ínfimos 3 anos, saindo substancialmente impune pelos atos conscientemente praticados.
O pensamento lógico e racional é o grande diferencial do ser humano, em relação às demais criaturas viventes... está na hora de pararmos de agir como animais,  pregando a vingança cega e aplicarmos nosso maior atributo, direcionando nossos esforços para a solução real, do problema tão sério que nos foi colocado.

E que a justiça seja feita!

segunda-feira, 1 de julho de 2013

RAPIDINHA

Olá queridos!!

Para quem interessar, segue abaixo minha entrevista "rapidinha" pra rádio Roquette Pinto do Rio de Janeiro sobre meu novo livro "COMO VENCER O TRANSTORNO DO PÂNICO"

ENTREVISTA Como Vencer o Transtorno do Pânico

Lembrando que eu estava gripadinha, então minha voz está um pouco pior do que o normal...rs

domingo, 2 de junho de 2013

Como vencer o TRANSTORNO DO PÂNICO

Pessoal, como muitos sabem, já sofri um bocado com o famigerado transtorno do pânico... Após anos de pesquisa sobre o assunto, escrevi um livro repassando as técnicas que aprendi para superar esse probleminha tão chato!!

Minha intenção é ajudar o máximo de pessoas possível com esse livro, pois o maior problema desse transtorno é a DESinformação! 

Como eu sempre digo, CONHECIMENTO É PODER! E só com muito conhecimento é possível vencer o pânico!!

    Para quem interessar, o livro está disponível em formato normal e e-book no site Clube de Autores:

http://www.clubedeautores.com.br/book/146029--Como_Vencer_o_Transtorno_do_Panico


APRENDA, SEJA FELIZ, COMPARTILHE!!

quarta-feira, 29 de maio de 2013

"Se Bia falasse..."


Pessoal, quero indicar um livro da brasileira Ana Dantas sobre um tema que amo de paixão!! GATOS!!! E o melhor, a história é bem parecida com algo que vivenciei! Meu gatão preto e branco desde que apareceu da rua, se chama “Gatão”, mas eis que um belo dia, descobrimos que ele era ELA! Só que diferente do livro, não mudei seu nome... já estava tão acostumada a chamá-la de gatão que ficou! Acho que ela não liga, pois sempre que eu chamo,  vem correndo me agradar!!! Kkkkkk

Compartilhar o amor com um bichano é das maiores alegrias da vida!

Leiam as primeiras páginas do livro em:


“Se Bia Falasse... é o primeiro livro infanto-juvenil de Ana Dantas que faz parte de uma trilogia que tem como tema a adoção, usando como pano de fundo a relação entre os seres humanos e os animais.

Na trama, Vitória conta como Bia conquistou a sua mamãe e deixou de ser gata de rua para se tornar a dona de um belo apartamento. Mas a confusão se dá quando a mamãe de Vitória acredita que a gata é um macho e dá o nome de Léo. Com o tempo, ela descobre que Léo é uma linda fêmea e, pior, está grávida. Grávida de seis lindos filhotes. E agora o que fazer?

Baseada em fatos reais, Se Bia Falasse... é pura ficção, ou talvez quem sabe, uma biografia romanceada às avessas. Uma leitura envolvente que mais entretém do que educa o leitor de forma suave, emocionante, encantadora e muito critica. Um livro agradável para quem gosta de animais, aventuras e tem muita imaginação.“
  
PS- enquanto escrevo esse post, adivinhem quem está ronronando no meu colo?? rsrs